REPENSANDO O DARWINISMO

evolutionPesquisa recente sobre as reivindicações da Teoria da Evolução revelam uma falsa base

O auditório sentou-se em um silêncio atordoado. Todos os olhos estavam postos no conferencista diante deles. O Conferencista dirigiu-se ao microfone, sorriu para o auditório e disse: “Chocados?”

Era o Dr. Michael Ruse, célebre evolucionista, e a ocasião era um encontro nacional de membros da American Association for the Advancement of Science.

Quanto à proposição do conferencista, Ruse tinha exatamente terminado seu discurso em que ele havia sido questionado sobre especificamente como desmascarar o “Novos Criacionistas”.

Os membros da ªªªS. estavam chocados. Ao invés de criticar o lado oposto, Ruse havia declarado publicamente, pela primeira vez, que ele agora, essencialmente, concordava com o principal ponto dos Novos Criacionistas: A Teoria da Evolução como é entendida na atualidade situa-se mais no campo da filosofia do que no da ciência.

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Fundação da Sociedade Brasileira da Teoria do Design Inteligente – TDI

A fundação da Sociedade Brasileira do Design Inteligente ocorreu em Campinas no Royal Palm Plaza em novembro de 2014 e foi um marco no avanço da TDI na América Latina. Estiveram presentes vários palestrantes importantes e inclusive o Ph.D. Paul Nelson, um dos fundadores do TDI na América do Norte. O tema da exposição de Nelson, que é membro da International Society for Complexity, Information and Design (Sociedade Internacional para a Complexidade, Informação e Design) e do Centro de Ciências e Cultura do Discovery Institute, deu o tom esclarecedor necessário sobre a proposta: “Entendendo o Design Inteligente: Os Mitos e a Realidade”.

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Ph.D. Paul Nelson um dos fundadores da TDI Mundial e o Teólogo Presbiteriano Rev Edgard Casolli Neto, membro do Comitê Científico do TDI-Brasil

Temas das Palestras: “A TDI e a química: As Bases Termodinâmicas da Impossibilidade da Existência de Sistemas Vivos Ordenados Sem Design Inteligente”, com o Doutor em físico-química Kelson Mota T. Oliveira;“Evidências de DI na Biologia: Mimetismo e Camuflagem”, com o biólogo com especialização em paleontologia, zoologia e neurobiologia Ricardo Marques;“O Terceiro Elemento da Vida: Prova Irrefutável por Leis Naturais de Design Inteligente”, pelo Prof. Marcos Eberlin; “Preconceitos e Fraudes no Ensino da Evolução e Design Inteligente na Sala de Aula: a Visão de Um Educador”, com o Prof. Mario Magalhães; “Percepção do Design Inteligente na Bioquímica: Os Mecanismos Genéticos que Promovem nossa Individualidade como Ser”, com o biólogo Marcelo Vargas; “Evidências de Design Inteligente na Química da Vida: Processos Bioquímicos ao Nível Molecular“, proferida pelo químico Rodinei Augusti.

A TDI é um programa de pesquisa científica defendido e executado por uma comunidade de cientistas, filósofos e estudiosos que procuram fazer ciência livre, confrontando as duas causas possíveis para o Universo e a Vida: Forças naturais ou a ação de uma mente inteligente? A teoria sustenta que muitas das características do Universo e dos seres vivos são contrárias à ação de processos naturais e por isso são melhor explicadas por uma causa inteligente.

Em seus quadros a TDI reúne prestigiados cientistas de muitas áreas, como a química, bioquímica, biologia, física, estudiosos de filosofia, ética, teologia, ciências sociais e arqueologia. Vídeo com a história detalhada da TDI:

Site do 1o Congresso do TDI – Brasil: http://www.designinteligentebrasil.com.br/

Portal do TDI Brasil com vídeo e artigos: http://tdibrasil.com/

Como surgiu TDI moderno (Documentário)

Proponentes da Teoria do Design Inteligente:

– Michael Denton
– Michael Behe
– Stephen C. Meyer
– David Berlinski
– William Dembski
– Paul A. Nelson
– Dean H. Kenyon
– Jed Macosko
– Luther D. Sunderland
– Scott Minnich
– Dr. John D. Morris
– Steven A. Austin (o Ph.D., não o lutador)
– Dr. Lee Spetner
– Dr. Lane P. Lester
– Dr. Werner Gitt
– Dr. Don Batten
– Michael A. Cremo
– Richard L. Thompson
– Dr. Henry F. Schaefer III
– John Sanford (Geneticista com Ph.D)
– Roger Oakland (Biólogo)
– Wendell R. Bird, autor do livro: The Origin of Species Revisited: The Theories of Evolution and of Abrupt Appearance
– Dr. Larry McLean (author Creationist)
– Jerry Fodor (Filósofo da Ciência) e Massimo Piattelli-Palmarini (Ciência Cognitiva) [co-autores do livro: What Darwin Got Wrong]

Todos querem a mesma coisa: a verdade!!

galileu-galilei-25[1]A ciência e a fé buscam a mesma coisa, ou pelo menos deveriam buscar a mesma coisa, ou seja, a verdade! Neste aspecto, ambas estão ligadas e deveriam conversar mais, sem dúvida. O rompimento se dá quando uma das duas partes se corrompe, perde seu propósito e razão de ser, deixando de lado seu compromisso primário que é com a verdade. O que de fato ocorreu várias vezes na história. A religião guiada por uma pseudo-teologia dogmatizou a fé deixando-a cega, adquiriu poder, escravizou a ciência. Mais conhecida como a Idade das Trevas, época em que a humanidade deixou de usufruir dos avanços da ciência, pois a mesma estava engessada e escravizada pelos grilhões de uma pseudo-religião. Nicolau Copérnico, Galileu Galilei e muitos outros cientistas sentiram a força limitadora e obtusa de uma pseudo-religião, pois neste período, a ciência não seguiu  seu rumo livremente, os dados e evidências não eram mais determinantes para as conclusões, já que precisavam passar pelo crivo de uma igreja corrompida e cega. No momento que uma religião deixa de buscar a verdade, sacrificando até mesmo os dados e evidências, e se preocupa mais em manter seu poder, domínio e controle, ela se torna uma pseudo-religião. Foram tempos difíceis para a ciência!

No século XVI houve um movimento que trouxe fôlego para a ciência libertando-a dos grilhões da pseudo-religião dominante. A Reforma Protestante deu novamente a necessária liberdade à ciência. Foi um período de grande progresso científico pois a verdadeira espiritualidade (livre para buscar a verdade) andou de mãos dadas com a verdadeira ciência (livre para buscar a verdade). Reformadores estimularam o desenvolvimento da ciência, especialmente o da astronomia, outrora engessada pela igreja.

João Calvino, por exemplo, dizia: “O estudo da astronomia não deve ser reprovado, nem a ciência deve ser condenada, pois algumas pessoas desesperadas tendem a rejeitar qualquer coisa que lhes seja desconhecida”

A ciência pôde se desenvolver surgindo grandes nomes como Johannes Kepler, Isaac Newton, e muitos outros. Da tradição reformada surgiram grandes universidades como Zurique, Estrasburgo, Genebra, Edimburgo, Amsterdã, Harvard, Yale, Princenton e muitas outras. Os cientistas estavam livres novamente para aferir os dados científicos sem os crivos de pressupostos e preconceitos limitantes. Os dados voltaram a reger e determinar as conclusões e postulados. Estes foram bons tempos para a ciência!

No entanto, já faz mais de um século e meio que a ciência, outrora livre e em pleno desenvolvimento, voltou a se submeter aos dogmas e pressupostos limitadores de que havia se libertado, tornando-se mais uma vez obtusa, escravizada e limitada. Os dados e as evidências não falam mais livremente, pois estão sub-julgados por pressupostos limitadores. Mas desta vez o golpe na ciência não veio de outro segmento, mas do próprio meio. Charles Robert Darwin lançou sua obra “A origem das espécies” em 1859. Ainda que ele mesmo reconhecesse as limitações de sua proposta, pois a tinha como uma “teoria”, no entanto, com o passar dos anos seus seguidores a conceberam não mais como uma teoria, para ser analisada e estudada, mas a promoveram. Sua proposta hoje é aceita como ciência irrefutável e inquestionável, no momento em que passou a ser regida pela regra magna:

“A ciência só pode recorrer à causas decorrentes de processos naturais não guiados.”

Logo, a ciência deixou de ser livre e se submeteu novamente ao “dogma limitante” que a engessou e a escravizou. Esta teoria não se submete ao crivo dos dados científicos, mas os dados é que se submetem a ela. Qualquer dado e evidência que diga o contrário, deve ser descartado por decreto, por mais forte que ele seja. No momento em que uma teoria “científica” se preocupa em manter seus pressupostos e consequentemente seu poder, domínio e controle, mais do que a livre busca pela verdade, sacrificando até mesmo os dados e evidências para isso, ela se torna uma pseudo-ciência e só pode ser mantida por pseudo-cientistas. Uma pseudo-ciência não pode andar de mãos dadas com a verdadeira espiritualidade, guiada por uma teologia sadia e consistente. O rompimento é inevitável, pois a busca pela verdade, deixou de ser um objetivo em comum. Tempos difíceis os nossos!

Finalmente surge uma luz no fim do túnel. Há cerca de 20 anos um grupo de cientistas, movidos por uma força incontrolável (a simples busca pela verdade) decidiram deixar que os dados e as evidências os conduzissem de forma livre novamente. Surgiu a TDI “Teoria do Design Inteligente”. Segundo esta teoria, há evidências suficientes nos dados científicos, para se admitir que existem causas decorrentes de processos guiados e inteligentes, contrariando o dogma reinante e limitante do naturalismo científico. Naturalmente que não será com pouca resistência que a “velha escola” cederá lugar a esta nova visão. Mas como foi no passado, mais uma vez vemos a ciência se libertando de forças limitadoras e ressurgindo com toda a sua luz. Progressivamente novas mentes cedem aos novos paradigmas e uma nova geração de cientistas surge para reconduzir a ciência às suas origens. Uma ciência moderna, livre de dogmas, preconceitos e pressupostos ultrapassados e limitantes. É possível que novamente, em um futuro próximo, a verdadeira ciência e a verdadeira espiritualidade reencontrem o que ambas tem em comum, a busca pela verdade!

Encerro esta breve reflexão sobre a “busca pela verdade”, com cenas do filme “Contato” (Contact; 1997), uma adaptação do livro de ficção-científica de Carl Sagan, um cientista da “Velha Escola” que foi fruto de sua época, mas que em sua obra propõe o debate entre ciência e espiritualidade. No filme, a síntese mais sutil deste debate se dá no final do filme quando a cientista cética e ateia é interrogada e questionada por não ter nenhuma prova material dos seus experimentos científicos, mesmo que para ela eram incontestáveis. O filme encerra logo em seguida, quando um teólogo é questionado pelos repórteres por estar ajudando uma cientista cética e ateia, e sua resposta é que ambos (cientistas e teólogos) buscam a mesma coisa: A verdade!

JÚPITER E O EQUILÍBRIO DO SISTEMA SOLAR FINAMENTE AJUSTADOS

jupiter-terra-e-luaO maior planeta de nosso Sistema Solar (1300 vezes maior que a terra), Júpiter tem um campo gravitacional tão potente que pode atrair “corpos estranhos” como asteroides, meteoros e cometas, e é ele que estabiliza as órbitas de todos os outros astros do nosso Sistema Solar. A comunidade astronômica tem fortes indícios para crer que foi a presença de Júpiter que determinou a configuração atual dos planetas. Júpiter serve como uma barreira impedindo que outros gigantes gasosos migrem para mais perto do sol, desequilibrando todo o nosso sistema, o que impediria que houvesse vida na terra. Interessante que os cientistas observaram que se Júpiter estivesse uns 10% mais perto do sol, atrairia asteroides, meteoros e cometas que iriam cair no planeta Vênus e se estivesse uns 10% mais distante do sol, protegeria o planeta Marte, mas como estes planetas não são habitados, seria um desperdício, não acha? No entanto, “coincidentemente” sua massa e órbita estão FINAMENTE AJUSTADOS e ele está estrategicamente localizado de tal forma que protege o único planeta habitado em nosso Sistema Solar, a terra! Será isso por acaso?

Últimas descobertas sobre este gigante gasoso: http://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Espaco/noticia/2015/07/teoria-sugere-que-vida-na-terra-so-foi-possivel-gracas-jupiter.html

Nasa divulga imagens de um cometa que foi atraído por Júpiter:

OS DADOS E NOSSA INTERPRETAÇÃO

36789_2015-06-19-02-45-01-451_3DUm cientista adepto da TE (Teoria da Evolução) e outro da TDI (Teoria do Design Inteligente) sinceros, diriam que existem dados na natureza que parecem um “acidente” e outros que parecem “planejados”, e no fim nós que interpretamos os dados como bem queremos. Mas se forem mais sinceros ainda, dirão que, independente de nossa cosmovisão interferir em nossas interpretações cientificas ou não, a probabilidade é que tudo foi finamente ajustado e planejado, fora isso só resta fraudar os dados e as probabilidades… Quanta fraude na ciência para justificar um posicionamento ideológico. Se tiver coragem dê uma olhada neste livro revelador:  Livro “TEORIA DO DESIGN INTELIGENTE” Everton Fernando Alves

Um pouco de ciência nos afasta de Deus. Muita, nos aproxima!

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Um senhor de 70 anos viajava de trem tendo ao seu lado um jovem universitário que lia o seu livro de ciências .

O senhor, por sua vez, lia um livro de capa preta.

Foi quando o jovem percebeu que se tratava da Bíblia e estava aberta no livro de São Marcos. Sem muita cerimônia o jovem interrompeu a leitura do velho e perguntou:

– O senhor ainda acredita neste livro cheio de fábulas e crendices?

– Sim, mas não é um livro de crendices.   É a Palavra de Deus.

– Estou errado ?

Respondeu o jovem:

– Mas é claro que está !  Creio que o senhor deveria estudar a Historia Universal.

– Veria que a Revolução Francesa, ocorrida há mais de 100 anos, mostrou a miopia da religião.

Somente pessoas sem cultura ainda creem que Deus tenha criado o mundo em seis dias. O senhor deveria conhecer um pouco mais sobre o que os nossos cientistas pensam e dizem sobre tudo isso.

– É mesmo?

– Disse o senhor.

– E o que pensam e Dizem os nossos Cientistas sobre A Bíblia?

– Bem, respondeu o universitário, como vou descer na próxima estação, falta-me tempo agora, mas deixe o seu cartão que lhe enviarei o material pelo correio com a máxima urgência.

O velho então, cuidadosamente, abriu o bolso interno do paletó e deu o seu cartão ao universitário.

Quando o jovem leu o que estava escrito, saiu cabisbaixo sentindo-se pior que uma ameba.

No cartão estava escrito:

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Série Gênesis e Biogêneses – A Origem da Vida

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A ciência passou por mudanças radicais nos últimos 150 anos com o advento do Darwinismo e também foi grandemente influenciada pelo Iluminismo. O Naturalismo e materialismo científico redefiniram a cosmovisão de todas as demais ciências. No entanto, nas últimas décadas um número cada vez maior de cientistas estão questionando e rompendo com este paradigma devido novas descobertas científicas a nível molecular e atômico. As evidências de um Design Inteligente estão refutando de forma definitiva a teoria evolucionista de que a vida foi fruto do acaso e surgiu através de processos não guiados, lentos e sucessivos. Desta forma, a ciência volta a fazer uma releitura do livro de Gênesis levando em conta sua credibilidade, sua coerência e seus pressupostos. A série “Gênesis e Biogêneses – A Origem da Vida” resgata o debate sobre “ciência e fé” outrora negligenciado tanto pela ciência como pela fé.

Gênesis 1.1 – A Origem da Vida

Romanos 1 – O Homem e o Conhecimento de Deus

Complexidade Irredutível

Desde a Antiguidade, a complexidade da natureza tem despertado a curiosidade do homem. Os primeiros filósofos tentavam entender o entorno e se perguntavam: qual é a essência das coisas? Quais características invariáveis constituem um objeto, uma flor, o imponente Sol? Hoje, a ciência nos permite entender, de maneira objetiva, quais são essas características. Células, moléculas, partículas subatômicas, todas alinhadas para dar textura, forma e cor. Mas… o que elas ainda podem nos revelar?