Palestras do TDI (Teoria do Design Inteligente) Campinas/SP

TDI Congresso

A fundação da Sociedade Brasileira do Design Inteligente ocorreu em Campinas no Royal Palm Plaza em novembro de 2014 e foi um marco no avanço da TDI na América Latina. Estiveram presentes vários palestrantes importantes e inclusive o Ph.D. Paul Nelson, um dos fundadores do TDI na América do Norte. O tema da exposição de Nelson, que é membro da International Society for Complexity, Information and Design (Sociedade Internacional para a Complexidade, Informação e Design) e do Centro de Ciências e Cultura do Discovery Institute, deu o tom esclarecedor necessário sobre a proposta: “Entendendo o Design Inteligente: Os Mitos e a Realidade”.  Conheça o site da TDI – BRASIL, acompanhe as novidades! Selecionamos aqui para você as 15 palestras do 1o Congresso Brasileiro do Design Inteligente, com o currículo de cada palestrante, assista:

[1a] Entendendo o Design Inteligente: Os Mitos e a Realidade

PAUL A NELSON – THE UNIVERSITY OF CHICAGO
Paul Nelson é um filósofo de Biologia que tem se envolvido internacionalmente no debate sobre o Design Inteligente há mais de duas décadas. Seu avô paterno, Byron C. Nelson (1894–1972), teólogo e autor, foi um dissidente influente da evolução darwinista na metade do século 20. Após receber seu bacharelado em Filosofia, com especialização em Biologia Evolucionária, pela Universidade de Pittsburgh, Nelson ingressou na Universidade de Chicago, onde se doutorou em 1998, em Filosofia de Biologia e Teoria Evolucionária. Atualmente ele é um dos fellows do Discovery Institute, e Professor Adjunto no Programa de Mestrado em Artes – Ciência e Religião na Universidade Biola. Inicialmente foi um auxiliar do Professor Phillip Johnson, da Universidade da Califórnia-Berkeley, autor do best-seller livro crítico, Darwin no banco dos réus, Nelson foi um dos organizadores da Conferência Mere Creation [Mera Criação] (1996), onde a comunidade de pesquisa do design inteligente moderna foi formada. Os interesses de pesquisa de Nelson incluem a relação entre a biologia do desenvolvimento e o nosso conhecimento da história da vida, a teoria do design inteligente, e a interação entre a ciência e teologia. Frequentemente ele dá palestras em faculdades e universidades nos Estados Unidos e Europa, tem falado em rádios nacionais públicas dos Estados Unidos e Itália, e escrito para publicações da Grande Mídia, tão variada como o Oslo Dagbladet e o Christian Research Journal. Os artigos acadêmicos de Nelson têm aparecido em publicações científicas como o Biology & Philosophy, Zygon, Rhetoric and Public Affairs, e Touchstone, além de capítulos nas antologias Mere Creation (Intervarsity Press), Signs of Intelligence (Brazos), Intelligent Design Creationism and Its Critics (MIT Press), e Darwin, Design, and Public Education (Michigan State University Press). Sua monografia pendente de publicação, On Common Descent [Sobre a Descendência Comum], avalia criticamente a teoria da descendência comum. Ele é membro da Society for Developmental Biology (SDB) e da International Society for the History, Philosophy.

[2a] A TDI e a química: As Bases Termodinâmicas da Impossibilidade da Existência de Sistemas Vivos Ordenados Sem Design Inteligente

KELSON MOTA T. OLIVEIRA – UFAM  kelsonmota@gmail.com
Químico, graduado pela Universidade Federal do Amazonas – UFAM; Mestre e Doutor em Físico-Química pela Universidade de São Paulo (USP/São Carlos). Prof. Dr. em Físico-Química – Laboratório de Química Teórica e Computacional (LQTC), Departamento de Química da UFAM, com pesquisas em Química Teórica e Computacional, na área de mecânica quântica molecular, e coordenador do Grupo de Pesquisa em Química Teórica e Computacional. Orientador de mestrado e doutorado em Físico-Química e professor do Programa de Pós-Graduação em Química da UFAM. Membro do 1º Conselho Superior da FAPEAM (Fundação de Apoio à Pesquisa do Estado do Amazonas). Coordenador responsável pela criação do Programa de Pós-Graduação em Química da UFAM (2007).

[3a] Evidências de DI na Biologia: Mimetismo e Camuflagem

RICARDO B MARQUES – UFC  profrbmarques@gmail.com
Biólogo, bacharel e licenciado pela Universidade Federal do Ceará – UFC. Mestre em Desenvolvimento e Meio Ambiente (M.S./UFC). Paleontólogo, cadastrado no Directory of Palaeontologists of the World, com pesquisas em paleoicnologia de vertebrados e paleoherpetologia. Zoólogo, cadastrado no World Directory of Primatologists, pesquisas em sistemática e ecologia animal, anatomia comparada, herpetologia e etologia. Neurobiólogo, membro da International Mind, Brain and Education Society (IMBES), da Global Association for Interpersonal Neurobiology Studies (GAINS), da International Neuropsychoanalysis Society (NPSA) e da Sociedade Brasileira de Neurociências e Comportamento (SBNeC). Foi professor de Biologia Geral, Sistemática Animal e Zoologia (UFC) e de Biologia Celular e Molecular e Biofísica (FATECI). Membro da American Society for Biochemistry and Molecular Biology (ASBMB). Foi Diretor Científico do Instituto Cearense de Ciências Naturais (ICCN). Especialista em Neuropsicologia pela Unichristus. Atualmente leciona Neurociência Aplicada em cursos de Pós-Graduação (Unichristus).e faz atendimento clínico como neuropsicoterapeuta. Analista de Inteligência e Contra-Inteligência (Membro ABRAIC) e consultor em Gestão do Conhecimento (membro SBGC). Formação em Astrobiologia pela University of Edinburgh (UK).

[4a] O Terceiro Elemento da Vida: Prova Irrefutável por Leis Naturais de Design Inteligente

MARCOS N EBERLIN – UNICAMP  mneberlin@gmail.com
Graduação (1982), mestrado (1984) e doutorado (1988) em Química pela Universidade Estadual de Campinas – UNICAMP e pós-doutorado no Laboratório Aston de Espectrometria de Massas da Universidade de Purdue, USA (1989-1991). Atualmente é professor titular MS-6 da UNICAMP, onde fundou e coordena o Laboratório ThoMSon de Espectrometria de Massas (http://thomson.iqm.unicamp.br). É membro da Acadêmia Brasileira de Ciências (2002) e comendador da Ordem Nacional do Mérito Científico (2005). Recebeu o Prêmio Zeferino Vaz de Reconhecimento Acadêmico (2002) e Prêmio Scopus-Capes (2008) de excelência em publicações e formação de pessoal, e a medalha Thomson (2016) da Sociedade Internacional de Espectrometria de Massas, a maior honraria concedida na área . Foi vice-diretor do Instituto de Química da UNICAMP (1998-2002) e presidente (2009-2014) da Sociedade Internacional de Espectrometria de Massas (IMSF). É hoje presidente-executivo da Sociedade Brasileira de Espectrometria de Massas (BrMASS) e da Sociedade Brasileira do Design Inteligente (TDI BRASIL), É editor associado do periódico Jounal of Mass Spectrometry (JMS) da Willey. Orientou cerca de 180 mestres, doutores e pós-doutores, que hoje se espalham pelo Brasil e pelo mundo como pesquisadores e profissionais, e seu grupo de pesquisa é um dos mais numerosos do Brasil, com cerca de 50 pesquisadores. Já publicou cerca de 800 artigos científicos (2016) com perto de 17 mil citações em áreas científicas diversas como a Química, Física, Bioquímica, Biologia, Forense, Farmacêutica, Alimentos, Veterinária, Ciências Médicas e de Materiais. http://lattes.cnpq.br/9866858833240787

[5a] Evidências de Design Inteligente na Química da Vida: Processos Bioquímicos ao Nível Molecular

RODINEI AUGUSTI – UNICAMP-UFMG
Químico, graduado pela Universidade Estadual de Campinas – UNICAMP. Mestre e Doutor em Química pela UNICAMP. Pós-Doutor em Química pela Purdue University (EUA). Professor associado da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Desenvolve trabalhos sobre a aplicação da espectrometria de massas em várias áreas, como o monitoramento de reações de interesse ambiental e o controle de qualidade de bebidas alcoólicas. É assessor das revistas científicas: Rapid Communications in Mass Spectrometry, Journal of Mass Spectrometry, Analytical Chemistry, Inorganic Chemistry, Journal of the Brazilian Chemical Society, Analyst (London), Journal of the American Society for Mass Spectrometry e Química Nova.

[6a] A complexidade da mente humana e o debate: evolução x di

MARCOS ROMANO – UNICAMP  marcosromano1@icloud.com
Médico-psiquiatra pela UNICAMP, ex-professor de Psiquiatria da PUC-Campinas, especialista em Dependência Química pela UNIFESP/EPM, com artigos publicados na área de Políticas Públicas para Álcool e Drogas. É psiquiatra clínico há vinte anos, e é um

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TDI – BRASIL (Teoria do Design Inteligente)

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CONHEÇA O PORTAL DA SOCIEDADE BRASILEIRA DO DESIGN INTELIGENTE – TDI

O QUE É A TDI?  A teoria do design inteligente (TDI) é a Ciência da detecção – ou não – de design inteligente. Ou seja, é o estudo científico de padrões na natureza que possam referendar – ou descartar – a ação de uma mente inteligente como sua causa. A TDI é, portanto, a Ciência que propõe inferir se a causa primeira mais provável dos efeitos Universo e vida seria a ação de uma mente inteligente ou a de forças naturais não guiadas. [1] Quer comecer melhor a TDI, e divulgá-la em sua instituição? Agende uma palestra, curso ou simpósio com nossos palestrantes.

Quem são os membros da TDI BRASIL? Os membros da Sociedade Brasileira do Design Inteligente – TDI BRASIL-  são profissionais e acadêmicos brasileiros ou estrangeiros, graduandos ou graduados em áreas diversas do conhecimento científico, e que assumem como compromisso único e exclusivo defender a Ciência e seguir seus dados, promovendo o livre debate acadêmico/científico sobre nossas origens, debate este que contemple como possíveis causas tanto a ação de processos naturais – como propõe a teoria da evolução darwiniana – como também a ação de uma mente inteligente – como propõe a Teoria do Design Inteligente (TDI). Os membros da TDI BRASIL se dividem em duas alas:

1. A ala dos FUNDAMENTOS, que estuda, debate e formula dados e argumentos científicos que permitam uma decisão equilibrada entre processos naturais e uma ação inteligente como a melhor inferência para o Universo e a Vida, sendo formada assim por pessoal de áreas como a da biologia, bioquímica, química, física, cosmologia, paleontologia, e ciências afins.

2. A ala das IMPLICAÇÔES, a que foca no estudo e debate não da fundamentação científica da TDI, mas de suas fortes e inevitáveis implicações filosóficas e teológicas e seus aspectos sociais e educacionais, sendo formada então por filósofos, teólogos, cientistas sociais, advogados, estudiosos da filosofia da ciência e áreas afins.

MISSÃO E COMPROMISSOS DOS MEMBROS DA  TDI BRASIL  Os membros da TDI BRASIL entendem que, sobretudo, prestam bom serviço à nação e ao povo brasileiro – o financiador da Ciência Brasileira – por cumprir com a sua obrigação constitucional maior de defender e promover uma Ciência plenamente laica e que, por ser laica, deve estimular o livre debate de ideias, não fechando a priori com nenhuma pré-concepção sobre como o Universo e a Vida são constituídos ou teriam necessariamente que ser formados.

Os membros da TDI BRASIL não são, portanto, necessariamente defensores da TDI, pois querem sobretudo debater as duas teorias e fazer no final desse debate a melhor inferência. Não são ainda necessariamente especialistas na TDI e não necessariamente dominam seus princípios e argumentos. Nossos membros são, portanto, pessoas que estão sobretudo procurando honestamente conhecer os dados e os argumentos de ambos os lados da disputa, e assim se fazem, no ambito da discussão e em prol da boa ciência, apartidários e neutros em relação a qualquer religião, cosmo-visão ou posição filosófica. Não dentro, mas fora do escopo de discussões cientificas que a TDI se propõe a promover, membros da TDI Brasil tem, porém, como cidadãos Brasileiros por direito garantido em sua constituição, total liberdade de defender – individualmente – qualquer posição filosófica ou teológica, ou ausência delas.

Há restrições para membros? A TDI BRASIL não faz acepçcão alguma de seus membros quanto as suas posições filosóficas e/ou teológicas, quer seja de ateus, agnósticos, criacionistas, evolucionistas teístas ou criacionistas progressivos, ou outras, pois é uma sociedade científica que se dedica exclusivamente a analisar os dados científicos sobre nossas origens, com estratégias adequadas que permitam fazer a melhor inferência possível sobre a causa primeira da vida e do universo, deixando os dados falarem por si. Todos os que assumem este compromisso único, de se deixar guiar unicamente pelas evidências científicas, são portanto muito bem vindos!

Se você é assim, um profissional ou acadêmico que está em busca somente da verdade sobre as nossas origens, e é defensor do livre debate de ideias, junte-se a nós. Cadastre-se no link Membros no site da TDI – BRASIL!

Fonte: http://www.tdibrasil.com/conheca.php 

A Explosão Cambriana

Quando Charles Darwin escreveu A Origem das Espécies, os fósseis mais antigos conhecidos eram das camadas do Cambriano (período geológico que se iniciou há cerca de [supostos] 540 milhões de anos, de acordo com a datação radiométrica). Ele percebeu que o padrão fóssil do Cambriano não se adequava à sua teoria. “Para a pergunta por que nós não encontramos ricos depósitos fossilíferos pertencentes a esses períodos assumidos os mais antigos, antes do sistema Cambriano, eu não posso dar uma resposta satisfatória.” Por que o registro fóssil Cambriano foi um problema para Darwin? Porque se a evolução biológica ocorreu de um modo gradual e contínuo, então:

  • (1) poucas formas fósseis (baixa diversidade) deveriam ocorrer nas camadas inferiores do registro sedimentar ou coluna geológica,
  • (2) a diversidade deveria crescer em direção ao topo da coluna geológica (assim como o tempo),
  • (3) as formas mais antigas deveriam ser mais generalistas e simples (baixa especialização), não altamente especializadas,
  • (4) maior especialização deveria ocorrer nos organismos das camadas superiores,
  • (5) novas formas deveriam estar substituindo formas ancestrais com sinais de mudança gradual (organismos intermediários ou transicionais) e (6) um ancestral comum deveria ser encontrado.

Darwin reconheceu a existência de uma “anomalia” no registro fóssil que representava um grande problema para sua teoria de evolução gradual a partir de um ancestral comum: o surgimento abrupto de formas de vida altamente complexas nas camadas basais do Cambriano. Seu aparecimento é tão abrupto que foi apelidado de a Explosão Cambriana.

Neste curto vídeo o renomado autor Lee Strobel entrevista alguns cientistas em busca de explicações para esta “anomalia”:

Fonte: Raúl Esperante, Geoscience Research Institute, Loma Linda, Califórnia; Para ler o artigo completo acesse: A Explosão Cambriana ou o “Big Bang” da vida?

Entrevista com o Prof. Alvin Plantinga PhD

Dr. Alvin Plantinga é PhD em filosofia pela Universidade de Yale,é professor na universidade de Notre Dame, além de ser autor de vários artigos e livros. Foi presidente da American Philosophical Association e da Society of Christian Philosophers. Ocupou por quase trinta anos a cadeira John A. O’Brien como professor de filosofia na Universidade de Notre Dame. É aclamado como um dos filósofos analíticos mais importantes da atualidade.

REPENSANDO O DARWINISMO

evolutionPesquisa recente sobre as reivindicações da Teoria da Evolução revelam uma falsa base

O auditório sentou-se em um silêncio atordoado. Todos os olhos estavam postos no conferencista diante deles. O Conferencista dirigiu-se ao microfone, sorriu para o auditório e disse: “Chocados?”

Era o Dr. Michael Ruse, célebre evolucionista, e a ocasião era um encontro nacional de membros da American Association for the Advancement of Science.

Quanto à proposição do conferencista, Ruse tinha exatamente terminado seu discurso em que ele havia sido questionado sobre especificamente como desmascarar o “Novos Criacionistas”.

Os membros da A.A.A.S. estavam chocados. Ao invés de criticar o lado oposto, Ruse havia declarado publicamente, pela primeira vez, que ele agora, essencialmente, concordava com o principal ponto dos Novos Criacionistas: A Teoria da Evolução como é entendida na atualidade situa-se mais no campo da filosofia do que no da ciência.

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Fundação da Sociedade Brasileira da Teoria do Design Inteligente – TDI

A fundação da Sociedade Brasileira do Design Inteligente ocorreu em Campinas no Royal Palm Plaza em novembro de 2014 e foi um marco no avanço da TDI na América Latina. Estiveram presentes vários palestrantes importantes e inclusive o Ph.D. Paul Nelson, um dos fundadores do TDI na América do Norte. O tema da exposição de Nelson, que é membro da International Society for Complexity, Information and Design (Sociedade Internacional para a Complexidade, Informação e Design) e do Centro de Ciências e Cultura do Discovery Institute, deu o tom esclarecedor necessário sobre a proposta: “Entendendo o Design Inteligente: Os Mitos e a Realidade”.

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Ph.D. Paul Nelson um dos fundadores da TDI Mundial e o Teólogo Presbiteriano Rev Edgard Casolli Neto, membro do Comitê Científico do TDI-Brasil

Temas das Palestras: “A TDI e a química: As Bases Termodinâmicas da Impossibilidade da Existência de Sistemas Vivos Ordenados Sem Design Inteligente”, com o Doutor em físico-química Kelson Mota T. Oliveira;“Evidências de DI na Biologia: Mimetismo e Camuflagem”, com o biólogo com especialização em paleontologia, zoologia e neurobiologia Ricardo Marques;“O Terceiro Elemento da Vida: Prova Irrefutável por Leis Naturais de Design Inteligente”, pelo Prof. Marcos Eberlin; “Preconceitos e Fraudes no Ensino da Evolução e Design Inteligente na Sala de Aula: a Visão de Um Educador”, com o Prof. Mario Magalhães; “Percepção do Design Inteligente na Bioquímica: Os Mecanismos Genéticos que Promovem nossa Individualidade como Ser”, com o biólogo Marcelo Vargas; “Evidências de Design Inteligente na Química da Vida: Processos Bioquímicos ao Nível Molecular“, proferida pelo químico Rodinei Augusti.

A TDI é um programa de pesquisa científica defendido e executado por uma comunidade de cientistas, filósofos e estudiosos que procuram fazer ciência livre, confrontando as duas causas possíveis para o Universo e a Vida: Forças naturais ou a ação de uma mente inteligente? A teoria sustenta que muitas das características do Universo e dos seres vivos são contrárias à ação de processos naturais e por isso são melhor explicadas por uma causa inteligente.

Em seus quadros a TDI reúne prestigiados cientistas de muitas áreas, como a química, bioquímica, biologia, física, estudiosos de filosofia, ética, teologia, ciências sociais e arqueologia. Vídeo com a história detalhada da TDI:

Site do 1o Congresso do TDI – Brasil: http://www.designinteligentebrasil.com.br/

Portal do TDI Brasil com vídeo e artigos: http://tdibrasil.com/

Como surgiu TDI moderno (Documentário)

Proponentes da Teoria do Design Inteligente:

– Michael Denton
– Michael Behe
– Stephen C. Meyer
– David Berlinski
– William Dembski
– Paul A. Nelson
– Dean H. Kenyon
– Jed Macosko
– Luther D. Sunderland
– Scott Minnich
– Dr. John D. Morris
– Steven A. Austin (o Ph.D., não o lutador)
– Dr. Lee Spetner
– Dr. Lane P. Lester
– Dr. Werner Gitt
– Dr. Don Batten
– Michael A. Cremo
– Richard L. Thompson
– Dr. Henry F. Schaefer III
– John Sanford (Geneticista com Ph.D)
– Roger Oakland (Biólogo)
– Wendell R. Bird, autor do livro: The Origin of Species Revisited: The Theories of Evolution and of Abrupt Appearance
– Dr. Larry McLean (author Creationist)
– Jerry Fodor (Filósofo da Ciência) e Massimo Piattelli-Palmarini (Ciência Cognitiva) [co-autores do livro: What Darwin Got Wrong]